Ao perceber o que somos se destrói a esperança
Eu não sou inocente minha mãe
não é quem eu pensei
as pessoas como sempre com suas
máscaras
Estou aqui me decompondo com os
meus monstros
essas lágrimas são quentes como
um destilado
sem valor eu rogo sem merecer
choro ao invisível
incapaz definho incapaz me
dilacero
Recordo ainda dos sonhos que
quando criança tive
recordo ainda na bondade que se
perdeu com a idade
A maldade não justifica meus
atos
Não há absolvição.