em um escuro confuso que faz com que não saia
desse pântano, as raízes das árvores estão cravadas
na terra e a água é verde, um verde escuro, e não
há mais nada além das árvores e da água
grita o seu ódio e escuta como resposta o eco de sua
voz, vencido pelo cansaço sucumbe ao chão e ali
lágrimas de dor misturadas com lágrimas de aflição
o tortura
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