Sempre pisando o mesmo chão, sempre indo pelos
mesmos caminhos sempre na companhia do nada
a natureza me abraçou com os braços da solidão
o vento sempre a soprar, é o meu interior revolto
não posso dizer da minha dor ao mundo, pois bem
eu sei o que acontece quando se fala, mas os meus
gritos internos se irradiam pelo ar, as folhas secas
pelo chão parecem que vivem e parecem que
sentem com a minha dor
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