Meus próprios passos
Escravo refém dos meus próprios passos que me levaram até este lugar, quando respiro meu coração queima, não há cobertor, não há amigos, não há ninguém apenas vultos que zombam de mim, aqui onde todos os dias são noites, aqui onde o sofrimento é o único consolo
muito longe espero exausto por algo que não seja dor
Nenhum comentário:
Postar um comentário